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Reuniões de Câmara e Assembleia Municipal
AMPV assinala os 193 anos do 11 de agosto de 1829, “Batalha da Praia é símbolo da luta e da persistência do povo praiense em prol do progresso para o Concelho”, salienta Vânia Ferreira
11 agosto 2022
A Batalha da Praia da Vitória, que opôs tropas absolutistas e liberais, em 1829, é símbolo da luta e da persistência do povo praiense em prol da liberdade e da igualdade de direitos, duas premissas que são fulcrais na consolidação do progresso para a cidade e para o concelho.

A presidente da Câmara Municipal, Vânia Ferreira, intervinha no âmbito das comemorações dos 193 anos da Batalha do 11 de agosto de 1829, que foram assinaladas pela Assembleia Municipal da Praia da Vitória (AMPV), esta quinta-feira, dia 11, na Praça Francisco Ornelas da Câmara.

Para Vânia Ferreira, responsável municipal, “o legado deixado pelo povo praiense, por altura da Batalha da Praia, é de inegável importância para nós, enquanto descendentes destes cidadãos. A luta e a persistência que os identifica são valores que não podem de forma alguma ser esquecidos, só assim será possível contribuir para o progresso do Concelho”.

“Neste dia com muito significado, inaugurámos esta manhã duas obras com grande importância, a Ciclovia da Marginal da Praia da Vitória e o Bar da Riviera. Empreendimentos que se traduzem na luta e na persistência dos cidadãos praienses, no trabalho árduo em prol do serviço à comunidade, um dos muitos objetivos que queremos continuar a atingir”, acrescenta a autarca.

Na ocasião, a edil praiense destacou a importância de esta data ser comemorada no centro da cidade, reforçando a proximidade com os munícipes.

“Comemoramos esta data especial com a sessão extraordinária da Assembleia Municipal, no âmbito da transparência e proximidade a que sempre nos propusemos. É importante que os munícipes possam acompanhar as decisões que aqui são tomadas, um direito de todos”, explica.

“Tal como há 193 anos, a garantia dos direitos e das liberdades na Praia da Vitória está assegurada e a voz do povo continua a ser a mais importante. Esta Cidade e as suas freguesias e Vila são indissociáveis, esta união de esforços tornam indubitavelmente a Praia da Vitória um concelho mais coeso e mais rico na partilha de experiências que ficam na memória de quem por cá passa e de quem por cá decide ficar”, sublinha.
 
“Que todos nós continuemos a ter a resiliência necessária face às adversidades que nos surgem, que continuemos a lutar pela nossa Praia da Vitória e a defendê-la, para que seja um lugar melhor para as atuais e futuras gerações”, conclui.

Para Paulo Luís, presidente da AMPV, “a Praia da Vitória é um concelho cosmopolita e aberto ao mundo, considerando a sua localização estratégica e a forma de estar das suas gentes. Os valores que em 1829 deram a Vitória à Praia são os mesmos que após 193 anos são necessários”.

“Os desafios inerentes à guerra e outras situações mundiais, e que já se fazem sentir no aumento do custo de vida dos munícipes, obrigam a que a Praia da Vitória se reinvente mais uma vez, um trabalho que compete a todos nós, sempre por um concelho que se pretende mais dinâmico”, considera.

O responsável pela AMPV acredita na importância de uma política de descentralização das sessões da Assembleia Municipal para as freguesias do Concelho, sendo este um evento que preconiza a aproximação das pessoas aos seus eleitos.

“As pessoas necessitam de sentir que os seus eleitos estão próximos de si, das suas preocupações, e das suas realidades. Neste sentido, existe a obrigação e a missão de corresponder às suas expetativas, explica.

A sessão extraordinária da Assembleia Municipal da Praia da Vitória contou com as intervenções de Rita Borges, pelo Grupo de Cidadãos Eleitores; de Pedro Pinto, pelo CDS-Partido Popular; de Judite Parreira, pelo Partido Social Democrata; de Valter Peres, pelo Partido Socialista; e de Artur Lima, pelo Governo Regional dos Açores.

A Batalha de 11 de agosto de 1829, travada entre as tropas absolutistas e as liberais, na baía da Praia, marcou o fim do antigo regime. Depois de cerca de seis horas de combate, as tropas liberais venceram e a ilha Terceira tornou-se o “Rochedo da Liberdade”, o único suporte da causa constitucional portuguesa. Por este motivo, mais tarde (1837), a vila da Praia ganhou o título "da Vitória".

Em termos políticos, o desfecho deste combate permitiu um maior respeito pelas minorias e a criação e o desenvolvimento do Estado de Direito, indo contra os abusos do poder. Passados 193 anos, este contributo, em particular, da Praia da Vitória, marca a importância da então cidade na História de Portugal e dos Açores.

Gabinete de Comunicação.

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